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Domestic Violence FactsOf all violence, Domestic Violence has the highest rate of repeat instances. 46% will experience domestic violence twice or more. 1 in 4 with experience domestic violence three times or more.
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P: Não percebo. Como pode ser violência doméstica?
R: A violência doméstica nem sempre é física, o que significa que os sinais podem não ser óbvios. A violência doméstica envolve o controlo do contacto de uma pessoa com os seus amigos e familiares (isolando-a), a destruição de propriedade, ameaças verbais em privado ou em público, etc.
P: A violência doméstica entre lésbicas, gays, bissexuais e transexuais existe?
R: A nossa linha de ajuda nacional de violência doméstica para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais recebeu 800 chamadas entre Janeiro e Abril de 2008. Falámos com pessoas durante mais de 35 horas sobre violência doméstica entre LGBT, falámos sobre indicadores, ouvimos atentamente, efectuamos planos de segurança e fornecemos orientação ou informação
As pesquisas indicam que, pelo menos, 1 em 4 pessoas LGBT já foram vítimas de violência doméstica. A violência doméstica entre LGBT existe. É real.
P: Quando duas mulheres discutem não é apenas uma "briga de namoradas"?
R: Não há nada blasé sobre a violência doméstica numa relação e, referirmo-nos a ela deste modo, minimiza o seu impacto e é uma das razões porque a violência doméstica entre LGBT permanece um assunto escondido.
P: Quando dois homens discutem não são apenas jogos sexuais como S&M?
R: S&M é uma prática sexual consensual. A violência doméstica é abusiva e tanto um dos lados como as suas características não têm qualquer consenso. O role play sexual não é o mesmo que violência doméstica.
P: A violência doméstica entre lésbicas, gays, bissexuais e transexuais não é igual à violência doméstica entre heterossexuais?
R: Em alguns aspectos é igual, mas existem diferenças muito importantes. Um ponto principal é a falta de serviços de apoio disponíveis para LGBT vítimas de violência doméstica. Outro aspecto é o facto de terem de se expor para denunciarem a violência doméstica. Para além disso, os serviços necessários para nos apoiarem muitas vezes criam problemas ao classificarem a violência doméstica como agressões comuns ou erram/não são capazes de identificar o transgressor primário. Tudo isto significa que as pessoas LGBT têm aumentado os seus problemas quando tentam obter ajuda.
P: Como pode ser violência doméstica se a pessoa mais pequena agride a pessoa maior?
R: O tamanho e a estatura não são reflectidos num comportamento abusivo. Só porque alguém é mais pequeno, não significa que não possa agredi-lo, destruir os seus bens, ameaçá-lo à frente dos seus amigos e familiares, controlar as suas finanças ou menosprezá-lo à frente de terceiros.
P: Quais os benefícios que eu tenho ao solicitar a vossa ajuda e não a de uma linha de ajuda convencional?
R: As pessoas LGBT conhecem inerentemente os assuntos e problemas que outras pessoas LGBT têm que enfrentar. Os nossos técnicos LGBT não o irão julgar pela sua sexualidade; eles lidam com as vítimas de violência doméstica e com quem a pratica.